Go to sleep, may your sweet dreams come true
Just lay back in my arms for one more night
I’ve this crazy old notion that calls me sometimes
Saying this one’s the love of our lives…
Neste instante estou ouvindo uma música que marcou demasiadamente minha vida. A aproximadamente quatro anos atrás, lembro de estar em uma rede branca com listas azuis na varanda da minha antiga casa, olhando para a lua e as estrelas que a acompanhavam naquela noite, ainda recordo do vento frio e suave batendo nas folhas do coqueiro do jardim e de toda a coreografia das mesmas, feita ali, sem nenhum ensaio.
Cause I know a love that will never grow old
And I know a love that will never grow old…
Naquela madrugada todos dormiam em minha casa enquanto eu permanecia de olhos bem abertos, pensando como seria a vida dali para a frente. Na noite anterior eu havia saído com um garoto pela primeira vez, tinhamos ido ao cinema assistir à película “Brokeback Mountain”, creio que desde então, nunca mais sentei em poltronas vermelhas de maneira tão surreal.
When you wake up the world may have changed
But trust in me, I’ll never falter or fail
Just the smile in your eyes, it can light up the night,
And your laughter’s like wind in my sails…
Poucas coisas mudaram desde aquele dia, não sou um ser de bruscas mutações, noventa e nove por cento de tudo em minha vida é feito a passos extremamente curtos.
Lean on me, let our hearts beat in time,
Feel strength from the hands that have held you so long.
Who cares where we go on this rutted old road
In a world that may say that we’re wrong…
Enfim, texto sem nenhuma pretensão, sem pé nem cabeça, feito apenas para jogar alguns pensamentos no papel e depois despejá-los por aqui para alguma mente desocupada lê-lo, ou não.
Cause I know a love that will never grow old
And I know a love that will never grow old.
A música acabou.
E os meus pensamentos continuam…