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Momento.

A probabilidade de frustar-nos com alguma coisa é totalmente proporcional a quantidade de expectativas que colocamos na mesma.

Aprendi isto com a vida, não quero mais errar.

Bom, este último final de semana foi um dos melhores da minha vida, eu estive simplesmente no lugar certo, na hora certa e com a pessoa certa. Foi tudo perfeito (até a vitamina de banana com sal, feita apressadamente enquanto arrumávamo-nos para ir ao trabalho), não obstante, nossos lábios encontraram-se depois de ter visto uma cena de ” Entre Tinieblas”, onde estas palavras foram ditas:

“Há tantos tipos de beijos quanto tipos de amor.

O beijo na testa, paternal; o beijo nos olhos, cheio de paz; o beijo no nariz, gracioso; o beijo na bochecha, amigável.

Todos eles algo insignificantes, mas que servem de tentadora indicação a outros mais pérvidos, como o indiscreto beijo no pescoço ou o arrulhador beijo na orelha, semelhante à confidência de um segredo.

E existe por fim o beijo nos lábios.

Um beijo em nada compromete pensam os loucos, pode ser, se for você frio como gelo e seu companheiro pouco folgoso deixa-o escapar de seus braços facilmente. Mas se o beijo comoveu-o deliciosamente, lembre-se de que para ele comove mais imperiosamente do que a você e desperta toda a força de seu desejo.”

Espero que…

Não espero nada.

Não gosto:

De criar expectativas.

De apenas supor, não saber.

De não expressar-me.

De conviver com determinadas pessoas.

De sair da cama em dias de chuva.

De cinema lotado.

De ficar com alguém só por ficar.

De atrasos.

De cinismo.

De números ímpares.

De perder o controle.

De mudanças comportamentais drásticas.

De quem tem a profundidade de uma colher.

De não perceber.

De quem volta atrás com sua palavra.

Do comum.

De deixar-me levar pelos sonhos.

De despedidas.

Da publicidade em filmes.

De não conseguir superar algo.

Um pouco de calor

Saí à toa nessa madrugada
Sem saber porquê
A noite daqui é tão linda e faz me perder
Penso num belo horizonte em poder te ver
Sei que eu não tenho mais nada a perder

Meu carro que não quer mais andar
Essa noite que não quer terminar
Onde está você meu amor?
Eu preciso de um pouco de calor

Saí à toa nessa madrugada
Sem saber porquê
A noite daqui é tão linda e faz me perder
Penso num belo horizonte em poder te ver
Sei que eu não tenho mais nada a perder
Se eu não tenho mais nada a perder
No meu peito eu tenho você
É nessa estrada que eu quero estar
Eu quero o dia, a noite e o mar e cantar

Meu carro que não quer mais andar
Essa noite que não quer terminar
Onde está você meu amor?
Eu preciso de um pouco de calor

 

Composição: Dan Nakagawa

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- Como dizer adeus a uma pessoa que nunca se imaginou viver sem?

Eu não disse adeus.

Eu não disse nada.

Eu me afastei.

E, no fim daquela noite, decidi tomar o caminho mais longo para atravessar a rua.

 

 

- Às vezes dependemos das pessoas como se fossem um espelho, para definirem e nos dizerem quem somos nós.

E cada reflexo me faz gostar um pouco mais de mim.

Doubt – quotes

 

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- A dúvida pode ser uma ligação tão poderosa e sustentável como a certeza.

 

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- Há pessoas que perseguem a nossa humanidade, irmã, que nos dizem que a luz no nosso coração é uma fraqueza.

Não acredito nisso.

 É uma velha tática de pessoas cruéis para matar a bondade em nome da virtude.

Não há nada de errado com o amor.

 

 

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- Onde está a sua compaixão?

- Em nenhum lugar que você consiga alcançar.

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Lava
A minha memória suja neste rio de lama,
A extremidade da tua língua me limpa por toda parte,
E não deixa mais o mínimo vestígio
Daquilo que
Me prende e que me cansa.
Infelizmente!

Caça,
Persiga-o em mim, é apenas em mim que ele vive,
E quando o tiver na extremidade do teu fuzil,
Não ouça se ele te implora,
Você sabe
Que ele deve morrer de uma segunda morte
Então,
Acaba com ele… outra vez.

Chora!
Eu tenho feito isso antes de você e não adiantou nada,
Quão bom é os soluços (de choro) inundarem as almofadas?
Eu tentei, eu tentei
Mas tenho
O coração seco e os olhos inchados
Mas tenho
O coração seco e os olhos inchados

Então queima!
Queima no momento em que se envolve na minha grande cama de gelo
A minha cama como uma banquisa que derrete quando você me entrelaça
E mais nada é triste
E mais nada é grave
Se tenho…
O teu corpo como uma torrente de lava
A minha memória suja neste rio de lama
Lava!

Lava!
A minha memória suja neste rio de lama
Lava!

 

Gosto:

Vou pensar rápido e númerar vinte coisas que eu gosto!

Já!!

Valendo!!!

 

- De assistir filmes com papel e caneta ao meu lado para anotar os quotes.

- De filmes em Preto e Branco.

- De escrever no quadro quando o professor não está na sala de aula.

- De corrigir erros de português na rua.

- De Doritos.

- De pisar em folhas secas.

- De cantar fingindo que tenho um microfone na mão.

- De Aliterações.

- De compor processos integrais.

- De olhar meus DVDs todos os dias.

- De ir aos sebos no centro da cidade.

- De analisar o comportamento alheio no meio da rua.

- De rasgar papéis.

- Do cheiro da Naftalina.

- De Onomatopéias.

- De escrever no meu Blog.

- De Coca-Cola bem gelada.

- De caminhar sozinho nas areias da Via Costeira.

- De Sushi.

- De uma dúzia de pessoas.

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- Já vi como as pessoas permitem que sua humanidade esvaia-se, só que isso acontece devagar, e não de uma só vez. Mas não pareciam importar-se.

- Só algumas pessoas, Miles.

- Todos nós, um pouco. Endurecemos nossos corações, criamos calos. Apenas quando lutamos para manter nossa humanidade, percebemos o quanto ela nos é preciosa, quão querida.

Anunciação

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Na bruma leve das paixões
Que vêm de dentro
Tu vens chegando
Prá brincar no meu quintal
No teu cavalo
Peito nu, cabelo ao vento
E o sol quarando
Nossas roupas no varal

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

A voz do anjo
Sussurrou no meu ouvido
Eu não duvido
Já escuto os teus sinais
Que tu virias
Numa manhã de domingo
Eu te anuncio
Nos sinos das catedrais

Na bruma leve das paixões
Que vem de dentro
Tu vens chegando
Prá brincar no meu quintal
No teu cavalo
Peito nu, cabelo ao vento
E o sol quarando
Nossas roupas no varal

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

Composição: Alceu Valença

Gosto de ser cruel

Sou capaz de gritar
E de te ofender
De me machucar
Mas não de te esquecer
Sou capaz de chorar
Ser ridícula até não agüentar
Posso bater com a cabeça na parede
Posso fingir que não sou inteligente
Posso pensar em vingança e traição
Eu gosto de ser cruel
Pra chamar sua atenção
Eu faço o que você quiser
Pra agradar seu coração

 

Composição: George Israel / Paula Toller

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